{"id":170,"date":"2020-06-25T10:51:46","date_gmt":"2020-06-25T10:51:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.myportugalexperience.com\/blog\/?p=170"},"modified":"2025-11-18T08:39:22","modified_gmt":"2025-11-18T08:39:22","slug":"um-algarve-escondido-via-algarviana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.myportugalexperience.com\/blog\/um-algarve-escondido-via-algarviana\/","title":{"rendered":"Um Algarve escondido: via algarviana"},"content":{"rendered":"\n<p>Os primeiros a percorrerem este trilho da Via Algarviana tinham um prop\u00f3sito religioso: prestarem homenagem \u00e0s rel\u00edquias de S\u00e3o Vicente, encontradas no Promont\u00f3rio de Sagres.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje em dia, talvez o prop\u00f3sito n\u00e3o seja religioso, mas isso n\u00e3o significa que um caminhante n\u00e3o sinta algo de m\u00edstico, enquanto absorve toda a beleza da Natureza e da integra\u00e7\u00e3o do Homem nesta, ao longo de 300 km de Algarve.<\/p>\n\n\n\n<p>Das margens do Guadiana, em Alcoutim, \u00e0s ondas do Atl\u00e2ntico, no Cabo de S\u00e3o Vicente, o caminhante poder\u00e1 percorrer esta Grande Rota Pedestre (GR13) ao longo de 14 setores, que come\u00e7am e terminam em localidades cheias de pequenas maravilhas para descobrir. Tro\u00e7os que se podem fazer independentemente do grande percurso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onze concelhos a caminhar<\/h2>\n\n\n\n<p>Esta longa caminhada atravessa onze concelhos do Algarve (Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Tavira, S. Br\u00e1s de Alportel, Loul\u00e9, Silves, Monchique, Lagos, Portim\u00e3o e Vila do Bispo) e 21 freguesias. Realidades distintas, unidas pela sua beleza natural e simpatia das pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Este percurso pedestre tem como ponto de partida um cais e atravessa uma zona de produ\u00e7\u00e3o de corti\u00e7a e de aldeias t\u00edpicas, como Salir, Benafim e Alte. Mais \u00e0 frente, em S\u00e3o Bartolomeu de Messines, segue a Ribeira do Arade e a beleza que se imp\u00f5e.<\/p>\n\n\n\n<p>Silves \u00e9 o ponto de paragem obrigat\u00f3rio, antes de se colocar a caminho da Serra de Monchique, casa dos pontos mais altos do Algarve: Picota e F\u00f3ia. Depois do lado selvagem da Serra, chega a floresta de pinheiro-manso pontuada com as zonas urbanas de Marmelete, Bensafrim e Bar\u00e3o de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A pouco e pouco, vai-se sentindo o cheiro a maresia, o que significa o fim desta Via Algarviana e a aproxima\u00e7\u00e3o do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Experi\u00eancia sensorial<\/h2>\n\n\n\n<p>O percurso da Via Algarviana \u00e9 mais do que uma experi\u00eancia visual, \u00e9 uma experi\u00eancia que apela a todos os sentidos. O cheiro a alecrim, rosmaninho, funcho, tomilho, esteva, urze ou at\u00e9 as mais raras orqu\u00eddeas, acompanha-nos ao longo das caminhadas e dos distintos 14 sectores.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sabores dos doces e licores que se mant\u00eam nas pupilas gustativas, \u00e0 medida que passamos pelas \u00e1rvores e arbustos que fornecem a mat\u00e9ria-prima para estes prazeres do paladar: o medronheiro, a figueira, a alfarrobeira, o sobreiro e a amendoeira. Para n\u00e3o falar do mel, do queijo e dos enchidos que as pessoas transformam a partir daquilo que cuidam e tratam nas suas terras.<\/p>\n\n\n\n<p>Sentir nas m\u00e3os a terra lavrada, a casca \u00e1spera das \u00e1rvores, a frescura dos rios e ribeiras com que o caminhante se cruza. Ao mesmo tempo que se avistam t\u00edmidas lontras, lebres, javalis, raposas e, bem l\u00e1 em cima, a \u00e1guia de Bonelli ou o Bufo-real, enquanto se escondem o rouxinol-do-mato e o abelharuco.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem esquecer o fator humano da agricultura tradicional, das casas caiadas de branco, com as tradicionais chamin\u00e9s locais, os ainda existentes moinhos de vento, eiras e fornos comunit\u00e1rios. Marca humana que se mistura com o natural e que cria uma experi\u00eancia visual \u00fanica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A caminhar ou de BTT<\/h2>\n\n\n\n<p>Seja equipado a rigor, com roupa e cal\u00e7ado adequado, al\u00e9m de b\u00fassola ou GPS, ou mesmo com uma bicicleta, h\u00e1 espa\u00e7o para todos nesta Via Algarviana. Mesmo aqueles que n\u00e3o se sentem em condi\u00e7\u00f5es para percorrer os 300 km de tro\u00e7os, podem escolher um dos setores do percurso e simplesmente apreciar esses quil\u00f3metros, desta fant\u00e1stica Grande Rota Pedestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos f\u00e3s da modalidade BTT, podem contar com 90% do circuito cicl\u00e1vel. No entanto, recomenda-se alguma aten\u00e7\u00e3o \u00e0 exig\u00eancia deste percurso em termos f\u00edsicos e t\u00e9cnicos: tem que ter uma boa prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica para o fazer na globalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da sinaliza\u00e7\u00e3o, aconselhamos aos caminhantes e aos praticantes de BTT utilizar GPS e descarregar as coordenadas existentes no website da Via Algarviana.<\/p>\n\n\n\n<p>Do que est\u00e1 \u00e0 espera? Aventure-se e conhe\u00e7a um Algarve escondido!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os primeiros a percorrerem este trilho da Via Algarviana tinham um prop\u00f3sito religioso: prestarem homenagem \u00e0s rel\u00edquias de S\u00e3o Vicente, encontradas no Promont\u00f3rio de Sagres. 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